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Ferro sérico: valores, ferro baixo e por que ele varia

Ferro sérico baixo ou alto: por que o protocolo do SUS não o exige no diagnóstico, valores no laudo, unidades, jejum e a diferença para a ferritina.

Publicado em 5 de setembro de 202612 min de leituraEscrito pela Equipe Blood Analysis · Revisado e verificado por Julien Priour

O ferro sérico mede o ferro que está circulando no seu sangue no instante exato da coleta. É o exame que muita gente chama de "taxa de ferro" — e o mais enganoso quando lido sozinho: sobe e desce ao longo do dia, muda com a última refeição e despenca em qualquer inflamação. Tanto que o protocolo do Ministério da Saúde em vigor não o considera obrigatório para diagnosticar deficiência de ferro. Este guia explica por que ele varia tanto, como ler o seu laudo e por que ele nunca se separa da ferritina e da transferrina.

Em resumo

  • Ele mede o ferro em trânsito, ligado à transferrina; a ferritina mede o estoque. Compartimentos diferentes — é normal que discordem.1
  • O PCDT do Ministério da Saúde é explícito: pede-se hemograma completo e ferritina; ferro sérico, transferrina e saturação "não são obrigatórios".2
  • A SBPC/ML registra variação de até 50% entre uma coleta às 8h e outra às 14h, sempre mais baixa à tarde.3
  • A variação dentro da mesma pessoa saudável chega a 27,3%: dois resultados precisam diferir cerca de 75% para significar mudança real.4
  • Na prática ele serve para calcular a saturação da transferrina (IST) — esse é o número que decide.51
  • Nenhum inquérito nacional brasileiro dosou ferro sérico: não existem valores de referência medidos na população do país.67
  • No SUS, a Dosagem de Ferro Sérico custa R$ 3,51 (código SIGTAP 0202010392).8

O que é o ferro sérico — e o que ele não é

O ferro não circula solto: viaja preso à transferrina. O ferro sérico mede esse ferro transportado num instante T — e é pouquíssimo. A maior parte está dentro da hemoglobina das suas hemácias ou guardada como ferritina no fígado, no baço e na medula.

O PCDT de Sobrecarga de Ferro, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SCTIE nº 38, de 21 de janeiro de 2026, explica a diferença numa frase que vale guardar: a avaliação do estado do ferro "não é precisa", porque cada proteína reflete um compartimento diferente — a ferritina avalia o ferro em armazenamento, enquanto o ferro sérico e a saturação da transferrina refletem o suprimento de ferro aos tecidos.1

É por isso que um laudo com ferro baixo e ferritina normal não é erro do laboratório: são perguntas diferentes — "quanto ferro está sendo entregue agora?" e "quanto está guardado?". A resposta mais comum para essa combinação é inflamação, sem falta real de ferro.9

O que os documentos brasileiros dizem sobre pedir ferro sérico

Aqui está o ponto central desta página, e ele surpreende quem busca "valor normal de ferro".

O PCDT de Anemia por deficiência de ferro, aprovado pela Portaria SAS/MS nº 1.247, de 10 de novembro de 2014 e ainda em vigor, diz no capítulo de diagnóstico laboratorial: na suspeita de anemia ferropriva, solicita-se hemograma completo com índices hematimétricos e esfregaço, e dosagem de ferritina. E acrescenta, textualmente: "outras medidas, como ferro sérico, transferrina e a saturação da transferrina não são obrigatórios".2

A revisão proposta pela Conitec em dezembro de 2024 — que ainda não substituiu o protocolo de 2014 — mantém a lógica: o diagnóstico se baseia em hemograma, reticulócitos, esfregaço, ferritina e saturação da transferrina. O ferro sérico aparece na fisiopatologia e na fórmula do IST, mas não entra na lista de exames diagnósticos.10

O Consenso da ABHH sobre Patient Blood Management é ainda mais direto pelo silêncio: fala em ferro 136 vezes e define o "estudo do ferro" como ferritina e saturação da transferrina. A expressão "ferro sérico" não aparece nenhuma vez — o termo só surge duas vezes, abreviado como "Fe sérico", dentro da fórmula usada quando o laboratório não fornece o IST pronto.5

Ou seja: nas três grandes referências brasileiras o ferro sérico não é um exame com vida própria — é um ingrediente.

Por que o ferro sérico varia tanto

A SBPC/ML, no capítulo de variação cronobiológica, dá o número mais impressionante: o ferro sérico pode variar em até 50% entre amostras colhidas às 8h e às 14h, e as coletas da tarde dão resultados consistentemente mais baixos que as da manhã.3

Some-se a variação biológica intraindividual. Um estudo com cinco amostras seriadas de 21 adultos saudáveis ao longo de 28 dias mediu para o ferro um coeficiente de variação intraindividual de 27,3% — um dos mais altos da bioquímica de rotina. Na prática, dois resultados da mesma pessoa precisam diferir cerca de 75% para que a mudança seja real, e não o ruído normal do organismo.4

Uma divergência que vale publicar. O maior estudo sobre o assunto — 276.307 dosagens de uma rede laboratorial — é mais tranquilizador: o ferro fica "razoavelmente estável" das 8h às 15h, com pico por volta das 11h nos homens e do meio-dia nas mulheres. Os dois concordam no sentido (manhã mais alta), mas discordam na magnitude dentro do horário comercial.11

O mesmo estudo traz um achado contraintuitivo: jejum muito longo não deixa o ferro mais confiável — deixa mais alto. Após 10 horas sem comer as concentrações subiram em todos os grupos, e quem jejuou 12 horas ou mais pode ter ferro acima do habitual. A janela representativa é de 5 a 9 horas.11

Como o exame deve ser coletado

O PCDT de Sobrecarga de Ferro é objetivo: o IST é calculado a partir do ferro sérico e da capacidade total de ligação do ferro, "devendo ser coletado em jejum".1 A SBPC/ML desaconselha jejuns acima de 12 horas — o que se encaixa na janela de 5 a 9 horas acima.3 Três cuidados completam o quadro:

  • Horário. Prefira a manhã e repita sempre no mesmo horário: um exame das 8h e outro das 15h não são comparáveis.3
  • Suplemento ou medicamento de ferro. Um comprimido antes da coleta faz o ferro subir. O protocolo de sobrecarga manda que pacientes em uso de quelantes de ferro suspendam o medicamento por pelo menos um dia antes do exame, pela flutuação do ferro sérico.1 Suspender medicamento é decisão do seu médico.
  • Amostra hemolisada. A SBPC/ML lista o ferro entre os analitos alterados pela hemólise — o ferro que vaza das hemácias rompidas no tubo eleva falsamente o resultado.3

Curiosidade útil: essa instabilidade tem um uso legítimo. A proposta da Conitec descreve um teste de absorção intestinal do ferro: dosa-se o ferro em jejum, o paciente toma sulfato ferroso equivalente a 60 mg de ferro elementar e 1 a 2 horas depois dosa-se de novo. Uma subida clara indica que o intestino absorve — o defeito vira ferramenta.10

Valores de referência, unidades e o que falta no Brasil

Comece pelo que não existe. A Pesquisa Nacional de Saúde coletou material biológico de 8.952 pessoas, mas sua lista de analitos é fechada — hemoglobina glicada, colesterol total, LDL, HDL, dengue, hemograma, HPLC para hemoglobinopatias e creatinina, mais eletrólitos e creatinina na urina. Ferro sérico não está nela.6 E o ENANI-2019, que colheu sangue de 8.829 crianças, mediu como biomarcadores de ferro a hemoglobina e a ferritina.7

Ou seja: não há intervalo de referência de ferro sérico medido na população brasileira. O do seu laudo vem do método do seu laboratório, e é o único que vale para você.

As unidades são uma armadilha real aqui. Os laudos brasileiros costumam imprimir µg/dL (observação de mercado), mas o PCDT de 2014 escreve o mesmo marcador em mcg/L — "ferro abaixo de 330 mcg/L" como sinal de estoque baixo.2 Mesma grandeza, escalas diferentes:

UnidadeEquivalênciaExemplo
µg/dL (laudo brasileiro)referência33 µg/dL
mcg/L ou µg/L (PCDT 2014)1 µg/dL = 10 mcg/L330 mcg/L
µmol/L (uso internacional)1 µg/dL = 0,179 µmol/L5,9 µmol/L

Para converter, use o conversor de unidades; para os termos do laudo, o glossário de exames de sangue.

O IST: o cálculo que dá sentido ao ferro sérico

O índice de saturação da transferrina (IST) é a fração da transferrina de fato carregada de ferro:105

IST (%) = (ferro sérico ÷ capacidade total de ligação do ferro) × 100

Os cortes brasileiros:

ParâmetroValorFonte
IST — deficiência de ferro< 20%Conitec / ABHH105
IST — deficiência sem inflamação< 16%ABHH5
IST — referência, homens20% a 50%PCDT Sobrecarga1
IST — referência, mulheres15% a 50%PCDT Sobrecarga1
IST — investigar sobrecarga> 45%PCDT Sobrecarga1
Ferritina — deficiência confirmada< 15 mcg/LABHH5
Ferritina — corte mais usado< 30 mcg/LABHH / Conitec510

mcg/L e ng/mL são a mesma unidade, e os documentos alternam as grafias.

Ferro sérico baixo e ferro sérico alto

Ferro baixo aponta para dois cenários muito diferentes, e é a ferritina que os separa. Na deficiência real os estoques acabaram: ferritina baixa, IST baixo, capacidade de ligação do ferro alta. Na anemia da inflamação o corpo sequestra o ferro — o PCDT descreve ferro e saturação diminuídos com ferritina paradoxalmente aumentada.10 Os sintomas (cansaço, falta de ar, palidez, queda de cabelo, unhas quebradiças, pernas inquietas) podem aparecer antes da anemia, com hemograma normal.12

Ferro alto é bem menos comum: suplementação recente, hemólise (inclusive a do tubo), fígado, transfusões repetidas ou hemocromatose hereditária. Quem decide é o IST: acima de 45% em mulheres ou 50% em homens o protocolo prevê teste genético do gene HFE.1 Vale conferir o hepatograma — o fígado é o principal órgão de acúmulo.

Um ferro baixo prolongado aparece no VCM e no hematócrito antes de virar anemia. Se a suspeita for destruição de hemácias, entra a haptoglobina; a tireoide também cursa com anemia, veja os exames da tireoide.

O contexto brasileiro e quanto custa

A deficiência de ferro segue como problema de saúde pública, e o país responde com política: a fortificação obrigatória das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico, regulada pela ANVISA (RDC nº 604/2022),13 e o Programa Nacional de Suplementação de Ferro, com sulfato ferroso para crianças de 6 a 24 meses e ferro com ácido fólico para gestantes.14 Na coorte MINA-Brasil, na Amazônia, a deficiência de ferro atingiu 42,6% das mães no parto e 38,4% das crianças de 1 ano — medida por ferritina e receptor solúvel de transferrina, não por ferro sérico.15

Na tabela SIGTAP (competência 08/2026): Ferro Sérico R$ 3,51 (0202010392), Capacidade de Fixação do Ferro R$ 2,01 (0202010023), Ferritina R$ 15,59 (0202010384), Transferrina R$ 4,12 (0202010660).8 Os dois exames do IST somam R$ 5,52. Para o setor privado, veja quanto custa um exame de sangue.

Avanços recentes da pesquisa

De publicações recentes indexadas no PubMed:

  • A deficiência de ferro conta mesmo sem anemia. Uma revisão de 2025 na JAMA reforça que os sintomas surgem antes da queda da hemoglobina e que a causa deve sempre ser procurada — em homens e em mulheres após a menopausa, investiga-se sangramento digestivo.12
  • O ferro sérico falha onde mais se precisa dele. Em doenças inflamatórias crônicas o ferro circulante cai sem que os estoques tenham acabado; a leitura confiável passa pela saturação da transferrina com a ferritina.9
  • A pré-analítica pesa mais do que se pensava. As 276 mil dosagens mostraram que o jejum prolongado eleva o resultado, invertendo a ideia de que "mais jejum, mais confiável".11

Estes resultados dizem respeito ao diagnóstico e ao acompanhamento médico. Não autorizam automedicação nem substituem a avaliação do seu médico.

Entenda seu ferro com a AI DiagMe

Um ferro sérico isolado é quase sempre um número sem significado. Ele só ganha sentido junto da ferritina, da saturação da transferrina, da PCR e do seu hemograma completo.

👉 A AI DiagMe interpreta seus exames — de sangue, urina ou fezes — levando em conta todo o seu contexto, em linguagem clara. É um serviço informativo que não faz diagnóstico e complementa, sem substituir, a avaliação do seu médico.

Perguntas frequentes

Qual é o valor normal de ferro sérico? Não existe número único, nem faixa medida na população brasileira: nem a PNS nem o ENANI-2019 dosaram ferro sérico.67 Use o intervalo do seu laudo, e leia-o sempre junto da ferritina.

Ferro sérico e ferritina são a mesma coisa? Não. O ferro sérico mede o ferro em trânsito; a ferritina mede o estoque. Segundo o protocolo do Ministério da Saúde, são compartimentos diferentes do corpo.1

Meu ferro está baixo e minha ferritina normal. O que significa? É a assinatura clássica da inflamação: o corpo retém o ferro nos estoques e o transporte esvazia. Em doença inflamatória crônica o corte de ferritina sobe para < 100 mcg/L, e decide-se pelo IST < 20%.5

Preciso estar em jejum para dosar ferro? Sim, o protocolo brasileiro pede coleta em jejum para o cálculo do IST.1 Mas não exagere: a SBPC/ML desaconselha jejum acima de 12 horas,3 e jejum muito longo pode elevar o resultado.11

Por que meu ferro mudou tanto entre dois exames? Provavelmente porque isso é normal: a variação intraindividual chega a 27,3%, e a diferença precisa ser de cerca de 75% para ser real.4 O horário da coleta explica boa parte do resto.3

Quanto custa o exame de ferro no SUS? A tabela SIGTAP registra R$ 3,51 para a Dosagem de Ferro Sérico (0202010392).8 É gratuito para o paciente; esse é o valor de repasse ao prestador.

Se ele varia tanto, por que ainda pedem? Porque é a matéria-prima do IST: sem ferro sérico e sem capacidade de ligação do ferro não se calcula a saturação da transferrina, o número que os consensos brasileiros realmente usam.5

Para lembrar

O ferro sérico mede o ferro que está passando, não o que está guardado. Varia até 50% entre manhã e tarde,3 tem variação intraindividual de 27,3%,4 sobe com suplemento e com jejum prolongado,11 cai em qualquer inflamação e sobe falsamente numa amostra hemolisada. Por isso o protocolo do Ministério da Saúde em vigor o classifica como não obrigatório no diagnóstico da anemia ferropriva,2 e a ABHH sequer o nomeia como exame — só como parte de uma conta.5 O que decide é o conjunto: ferritina, saturação da transferrina e o seu contexto — a leitura conjunta que a AI DiagMe ajuda a organizar, em complemento ao seu médico.

Fontes

Fontes oficiais brasileiras e publicações científicas (PubMed) usadas neste guia:

Footnotes

  1. Ministério da Saúde — Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Sobrecarga de Ferro, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SCTIE nº 38, de 21 de janeiro de 2026 (revoga a Portaria Conjunta SAS/SCTIE nº 7/2018). Compartimentos do ferro (ferritina = armazenamento; ferro sérico e saturação = suprimento aos tecidos); cálculo e coleta em jejum do IST; corte de 45%; valores de referência de saturação por sexo; suspensão de quelantes um dia antes. gov.br/saude 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

  2. Ministério da Saúde — Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Anemia por deficiência de ferro, aprovado pela Portaria SAS/MS nº 1.247, de 10 de novembro de 2014 (documento em vigor). Seção 4.2, Diagnóstico laboratorial: "Na suspeita de ADF, deve-se solicitar um hemograma completo (...) e dosagem de ferritina. Outras medidas, como ferro sérico, transferrina e a saturação da transferrina não são obrigatórios."; marcador "ferro abaixo de 330 mcg/L". gov.br/saude 2 3 4

  3. Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) — Recomendações da SBPC/ML: boas práticas em laboratório clínico. Variação cronobiológica (ferro sérico varia até 50% entre coletas das 8h e das 14h, mais baixo à tarde); jejum acima de 12 horas desaconselhado; ferro entre os analitos afetados por hemólise. PDF 2 3 4 5 6 7 8

  4. Cokluk E, Akbay H, Alp H. Biological Variation of Iron, Transferrin, Ferritin, Folate, Vitamin B12 and 25-OH Vitamin D in Healthy Individuals. Clin Lab, 2021. PubMed · DOI 2 3 4

  5. Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) — Consenso da ABHH sobre Patient Blood Management, 1ª edição, 26 de outubro de 2023. Define o "estudo do ferro" como ferritina e saturação da transferrina; cortes de ferritina (<15, <30, <100 mcg/L, unidade equivalente a ng/mL) e de ST (<16%, <20%); fórmula do IST a partir do Fe sérico e da capacidade total de ligação do ferro. abhh.com.br 2 3 4 5 6 7 8 9 10

  6. Rosenfeld LG, Malta DC, Szwarcwald CL, et al. Reference values for blood count laboratory tests in the Brazilian adult population, National Health Survey. Rev Bras Epidemiol, 2019. Lista completa dos analitos dosados pela PNS — ferro sérico não consta. PubMed · DOI 2 3

  7. Castro IRR, Normando P, Alves-Santos NH, et al. Methodological aspects of the micronutrient assessment in the Brazilian National Survey on Child Nutrition (ENANI-2019): a population-based household survey. Cad Saude Publica, 2021. Biomarcadores de ferro medidos: hemoglobina e ferritina, em 8.829 crianças. PubMed · DOI 2 3

  8. Ministério da Saúde / DATASUS — SIGTAP, Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS, competência 08/2026 (arquivo tb_procedimento.txt). Dosagem de Ferro Sérico 0202010392: R$ 3,51; Determinação de Capacidade de Fixação do Ferro 0202010023: R$ 2,01; Dosagem de Ferritina 0202010384: R$ 15,59; Dosagem de Transferrina 0202010660: R$ 4,12. sigtap.datasus.gov.br 2 3

  9. Pasricha SR, Tye-Din J, Muckenthaler MU, Swinkels DW. Iron deficiency. Lancet, 2021. PubMed · DOI 2

  10. Conitec / Ministério da Saúde — Relatório de Recomendação: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas — Anemia por Deficiência de Ferro, Brasília, dezembro de 2024 (proposta de revisão submetida a consulta pública nº 98; não substitui o PCDT de 2014). Exames do diagnóstico laboratorial; fórmula do IST; cortes de ferritina e IST; teste de absorção intestinal do ferro. gov.br/conitec 2 3 4 5 6

  11. Nguyen LT, Buse JD, Baskin L, Sadrzadeh SMH, Naugler C. Influence of diurnal variation and fasting on serum iron concentrations in a community-based population. Clin Biochem, 2017. PubMed · DOI 2 3 4 5

  12. Auerbach M, DeLoughery TG, Tirnauer JS. Iron Deficiency in Adults: A Review. JAMA, 2025. PubMed · DOI 2

  13. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) — Fortificação das farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico; Resolução RDC nº 604/2022 (enriquecimento obrigatório) e relatórios de monitoramento. gov.br/anvisa

  14. Ministério da Saúde — Programa Nacional de Suplementação de Ferro (PNSF), instrutivo do Sistema de Micronutrientes: sulfato ferroso para crianças de 6 a 24 meses e ferro com ácido fólico para gestantes. sisaps.saude.gov.br

  15. Cardoso MA, Lourenço BH, Matijasevich A, Castro MC, Ferreira MU. Prevalence and correlates of childhood anemia in the MINA-Brazil birth cohort study. Rev Saude Publica, 2024. PubMed · DOI

Aviso médico. Este guia tem finalidade informativa e educativa; não constitui aconselhamento médico e não substitui uma consulta. Os valores de referência variam conforme o laboratório e a técnica: só o seu médico pode interpretar os seus resultados no seu contexto.