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Exame de sangue em crianças: como é feito no Brasil

No teste do pezinho o sangue sai do calcanhar. A lei brasileira lista sete doenças na etapa 1; a página oficial do Ministério da Saúde nomeia seis.

Publicado em 8 de setembro de 202612 min de leituraEscrito pela Equipe Blood Analysis · Revisado e verificado por Julien Priour

Levar um filho para tirar sangue assusta mais o adulto do que a criança. Esta página reúne o que os textos brasileiros efetivamente escrevem sobre a coleta em bebês e crianças — pezinho, jejum, calcanhar ou veia, volume, tentativas de punção — e diz onde eles se calam. Nada aqui é valor inventado nem gesto que não esteja escrito num documento que abrimos.

Em resumo

  • A Lei nº 14.154/2021 lista sete doenças na etapa 1 e mais quatro etapas; a página oficial do Ministério nomeia seis.12
  • O jejum da criança não é o do adulto. A SBPC/ML escreve que, "em situações especiais, tratando-se de crianças de baixa idade, pode ser de 1 ou 2 horas apenas".3
  • 🔴 Sobre a dor, a autoridade brasileira é desconcertantemente honesta: "não existe um procedimento que facilite, com eficiência, uma coleta infantil".3
  • O que existe escrito: um POP de hospital universitário federal manda coletar, "se possível, durante a amamentação e contato pele a pele com a mãe".4
  • Volume: no capítulo de hemocultura, a SBPC/ML limita a 1% do volume total de sangue em bebês e crianças pequenas.3
  • Tentativas: um POP de UTI neonatal fixa 2 por profissional, no máximo 2 profissionais em 6 horas.5

O teste do pezinho: o que a lei manda, o que a página oficial lista

O Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) foi instituído em 6 de junho de 2001, e a descrição oficial é direta: a triagem "é realizada através de exames no sangue colhido no papel-filtro (sangue seco), obtido por punção no calcanhar do recém-nascido".2

A base legal é o art. 10 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que obriga os estabelecimentos de saúde a "proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais". A Lei nº 14.154, de 26 de maio de 2021, acrescentou um rol mínimo de cinco etapas, implantado "de forma escalonada". A etapa 1 tem sete itens: fenilcetonúria e outras hiperfenilalaninemias, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita, deficiência de biotinidase e toxoplasmose congênita. Seguem-se galactosemias e aminoacidopatias, doenças lisossômicas, imunodeficiências primárias e atrofia muscular espinhal.1

Aqui há uma diferença que preferimos publicar a arbitrar. A página oficial do Ministério lista seis doenças, e a fibrose cística não está lá.2 A tabela do SUS, porém, financia esse rastreio: o código 0202110079, tripsina imunorreativa, R$ 5,50, tem descrição ministerial explícita — "é indicado no diagnóstico de triagem neonatal para fibrose cística".6 E um trabalho brasileiro de 2023 escreve, como a página, que o programa "testa seis doenças".7 Três textos, três recortes: leve a dúvida ao serviço que coletou o sangue do bebê.

Os cinco procedimentos "componente do teste do pezinho" somam R$ 48,09 ao SUS em agosto de 2026; a coleta tem código próprio e valor zero.6 Veja TSH, toxoplasmose e as hemoglobinopatias no hemograma completo.

Quando coletar. O Ministério recomenda a primeira amostra "entre 48 horas após o parto até o 5º dia de vida"; as descrições dos procedimentos no SIGTAP escrevem outra janela, "preferencialmente entre o 3º e 5º dia de vida".26 Dois textos do mesmo ministério — publicamos os dois.

Calcanhar ou veia?

Capilar. Um POP do HC-UFTM/EBSERH, versão 5 de 27/11/2025, traz um quadro por idade: até 6 meses, o calcanhar, "nas faces laterais, evitando a parte central, devido à proximidade do osso calcâneo e maior risco de complicações como osteomielite"; acima de 6 meses, a falange distal ou o lóbulo da orelha. E manda "expor e aquecer o local de punção no pé do recém-nascido", fazer rodízio dos locais e não usar fitas adesivas para hemostasia em neonatos.4 A SBPC/ML acrescenta o que muda o resultado: não massagear o local antes da punção, porque dilui a amostra com líquido intersticial, e descartar a primeira gota.8

Venosa. A SBPC/ML tem uma seção dedicada — Coleta de Sangue em Pediatria e Geriatria — e ela é curta: como as veias são "menos calibrosas", o êxito "requer agulhas de menor calibre, escalpes e tubos de menor volume". O escalpe 23G é "o mais utilizado em neonatos, pacientes geriátricos, pediátricos".3 Sobre os frascos, veja tubos de coleta de sangue.

As duas técnicas não dão o mesmo número: o sangue capilar mistura sangue arterial, venoso e líquido dos tecidos, e não se lê contra uma faixa feita em sangue venoso. Uma revisão Cochrane de 2026 com 826 recém-nascidos a termo conclui que a punção venosa provavelmente dói menos que a do calcanhar e reduz a necessidade de mais de uma picada, quando nenhuma solução adocicada é usada.9 Fonte internacional, recuo declarado. Não vale para o pezinho, que exige papel-filtro.

O jejum de uma criança pequena não é o de um adulto

As Recomendações da SBPC/ML para Coleta de Sangue Venoso dizem: "na população pediátrica e de idosos, o tempo de jejum deve guardar relação com os intervalos de alimentação. […] O período habitual é de 8 horas, podendo ser reduzido a 4 horas para a maioria dos exames e, em situações especiais, tratando-se de crianças de baixa idade, pode ser de 1 ou 2 horas apenas".3 Um POP do HC-UFTM de abril de 2026 reproduz esse parágrafo palavra por palavra — a regra segue em uso.10

⚠️ Duas publicações da mesma sociedade divergem no teto, e não arbitramos: o manual Boas Práticas em Laboratório Clínico escreve "acima de 12 horas" onde o guia de coleta escreve "acima de 16 horas". O manual dá o motivo que interessa a um pai — o jejum deve respeitar as refeições "evitando-se a possibilidade de ocorrência de episódios de hipoglicemia" — e manda planejá-lo "com familiares ou responsáveis".8

Na prática, isso se traduz exame por exame. O Manual de Exames do Serviço de Análises Clínicas da USP de Ribeirão Preto escreve, para as bilirrubinas, "em lactentes, a coleta deve ser feita antes da próxima mamada"; para a antiestreptolisina O, "em crianças abaixo de 2 anos, a coleta antes da próxima alimentação"; e, na curva glicêmica, em crianças menores de 9 anos o tempo "deve ser orientado pelo médico que solicitou o exame".11 Veja também jejum para exame de sangue e glicemia.

Quanto sangue se tira de uma criança

A SBPC/ML publica uma regra numérica, e ela vem do capítulo de hemocultura — declaramos o escopo: "para crianças pequenas e bebês, o volume de sangue coletado não deve exceder 1% do volume total de sangue do paciente". Colhe-se menos, diz o mesmo capítulo, "principalmente pelo maior risco para eventual necessidade de transfusões".3 Um POP do HC-UFTM operacionaliza: 1 a 4 mL em crianças por frasco, contra 5 a 10 mL em adultos.10

Para exames de rotina, o mesmo guia é explícito: "o volume de sangue normalmente coletado de pacientes hígidos […] não produz qualquer tipo de prejuízo ao organismo". A atenção especial é para o hospital, onde coletas repetidas somam anemia iatrogênica, e a resposta escrita é usar "dispositivos específicos para coletas infantis".3 Se o ferro vier baixo, veja ferritina baixa.

A dor: o que os textos brasileiros dizem — e o que não dizem

🔴 A frase mais honesta do corpus brasileiro está no guia da SBPC/ML: "não existe um procedimento que facilite, com eficiência, uma coleta infantil, porém, artifícios relativamente simples podem auxiliar". Os artifícios listados não são clínicos: convidar a criança "a participar ativamente do processo da coleta, por exemplo, segurando o algodão, gaze ou o curativo adesivo", e usar "curativos estampados com figuras e temas infantis". O mesmo item manda honestidade: "a sensação dolorosa produzirá um leve desconforto, porém, de curta duração".3

Ausência medida, e notável. Nos dois documentos que formam o padrão brasileiro de flebotomia — 287 mil e 1,36 milhão de caracteres — buscamos, com acentos rebatidos, o arsenal antidor pediátrico: anestésico, EMLA, lidocaína, prilocaína, sacarose, amamentação, chupeta, pele a pele, canguru, distração. Zero ocorrência em ambos — a única "lidocaína" está num encarte publicitário de fabricante. Controles positivos passam ("dor" isolada: 9 e 16). E o escopo se sustenta: esses documentos têm seções de segurança do paciente e de coleta em pediatria, era ali que a analgesia deveria estar. Ela não está. Por isso esta página não promete nada sobre creme anestésico: não achamos texto normativo brasileiro que o prescreva numa coleta de rotina.

O que existe escrito, e é brasileiro. O POP de coleta capilar do HC-UFTM manda coletar em recém-nascido, "se possível, durante a amamentação e contato pele a pele com a mãe, para favorecer à redução do estresse causado pelo procedimento".4 Coincide com uma revisão Cochrane de 2023: a amamentação provavelmente reduz a duração do choro e o escore NIPS.12 Recuo internacional declarado.

E há medida brasileira do contrário. Um ensaio randomizado paulista com 113 recém-nascidos comparou leite materno ordenhado com glicose a 25% antes da punção do calcanhar: a glicose foi melhor, com 3 pontos de diferença média na escala PIPP aos 30 segundos e menos choro. Leite ordenhado por seringa não é mamar no peito — a distinção importa.13 Outro trabalho da mesma autora analisou 68 vídeos em português de coleta em recém-nascidos: 91% eram punção de calcanhar, 72% dos bebês no colo de um adulto, mediana de choro 61 segundos, e amamentação em 3% — uso mínimo de medidas antidor.14 ⚠️ Os vídeos foram selecionados pelo idioma do título, não pelo país. E um ensaio de 2026 em Sobral (CE) mediu redução de dor com hidroterapia e posicionamento em rede durante punções de calcanhar em 45 prematuros internados.15

O que o acompanhante pode fazer

O guia da SBPC/ML recomenda a coleta com o paciente "acomodado confortavelmente, sentado ou deitado" e o braço imóvel, e acrescenta: "nas coletas infantis […] recomenda-se que a orientação seja transmitida também para os acompanhantes".3 Nenhum documento que abrimos descreve manobra de contenção física; por isso esta página não descreve nenhuma.

Sobre estar presente, o art. 12 do ECA garante "condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável" — mas o texto diz "nos casos de internação", não em coleta ambulatorial, e não o citamos como mais do que isso. O que a lei impõe sobre o pezinho é outra coisa: no pré-natal e no puerpério imediato, "os profissionais de saúde devem informar a gestante e os acompanhantes sobre a importância do teste".1

E se não acharem a veia? Existe limite escrito. O POP de punção venosa periférica em neonatos do HU-UFGD/EBSERH (Portaria nº 232 de 16/10/2025) determina "número máximo de tentativas, sendo 2 por profissional e limitado a apenas 2 profissionais por um período de 6 horas", e que o procedimento "deverá obrigatoriamente ser realizado em dupla, para conforto do RN".5 ⚠️ É um POP de UTI neonatal, não a regra de um laboratório de bairro.

Os valores da criança não são os do adulto

Esta página não publica faixas de referência pediátricas, e a razão é medida: quase não existem intervalos construídos em crianças brasileiras. A exceção que conhecemos é a fosfatase alcalina — 1.690 indivíduos de 1 a 18 anos, na revista da SBPC/ML, com 149–301 UI/l entre 1 e 9 anos, mais que o dobro do teto de um adulto.16 Veja fosfatase alcalina.

Para o resto, compare sempre com a faixa etária impressa no laudo do seu laboratório. Os índices do hemograma mudam muito no primeiro ano de vida: veja hemoglobina, VCM, neutrófilos e linfócitos — e, no recém-nascido ictérico, bilirrubina, G6PD e eritroblastose fetal. Para ler o documento que chega em casa, veja resultado de exame de sangue e o glossário.

Estas informações são gerais, não autorizam automedicação e não substituem a avaliação do seu médico.

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Um resultado pediátrico nunca se lê sozinho: depende da idade, do método do laboratório, do jejum praticado e do restante do laudo.

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Perguntas frequentes

Meu filho precisa ficar em jejum? Depende do exame, e o jejum da criança pequena é encurtado de propósito: a SBPC/ML admite 1 ou 2 horas em crianças de baixa idade, e o manual da USP diz, em lactentes, coletar antes da próxima mamada.311 Peça a orientação exata ao laboratório, dizendo a idade.

O teste do pezinho dói? Posso amamentar durante? É uma picada breve no calcanhar, e um POP de hospital universitário federal recomenda coletar, quando possível, durante a amamentação e o contato pele a pele com a mãe.4 Pergunte ao serviço.

Tiram muito sangue de um bebê? Não: o volume habitual de uma coleta de rotina "não produz qualquer tipo de prejuízo ao organismo", diz a SBPC/ML.3

E se não pegarem a veia de primeira? Acontece, sobretudo em veias pequenas. Um POP brasileiro de UTI neonatal fixa um teto: 2 tentativas por profissional, no máximo 2 profissionais em 6 horas.5 Avise se a criança está ansiosa e pergunte se há escalpe e tubo de menor volume.3

Para lembrar

Três ideias. Primeiro, o pezinho é uma coleta capilar no calcanhar em papel-filtro, e quantas doenças cobre depende do texto que se lê: sete na lei, seis na página do Ministério, e a tabela do SUS financia ainda o rastreio da fibrose cística. Segundo, o jejum da criança é curto de propósito, porque o risco de hipoglicemia é real — 1 ou 2 horas em crianças de baixa idade, coleta antes da próxima mamada em lactentes. Terceiro, e é o mais desconfortável: o padrão brasileiro admite que não existe procedimento que facilite, com eficiência, uma coleta infantil, e não prescreve analgesia; o que está escrito é amamentação, pele a pele, participação da criança e honestidade sobre a picada. Nenhuma faixa de adulto serve para uma criança. Veja também coleta de sangue e tipos sanguíneos.

Fontes

Fontes oficiais brasileiras e publicações científicas (PubMed) usadas neste guia:

Footnotes

  1. Presidência da República — Planalto. Lei nº 14.154, de 26 de maio de 2021, que altera o art. 10 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). Texto integral lido diretamente no Planalto (200 text/html; controle negativo com nome de arquivo inventado no mesmo diretório → 404 de 392 bytes, discriminante limpo). Trechos citados verbatim: o rol do § 1º com as cinco etapas e os sete itens da etapa 1 (fenilcetonúria e outras hiperfenilalaninemias; hipotireoidismo congênito; doença falciforme e outras hemoglobinopatias; fibrose cística; hiperplasia adrenal congênita; deficiência de biotinidase; toxoplasmose congênita); "com implementação de forma escalonada"; § 4º "os profissionais de saúde devem informar a gestante e os acompanhantes sobre a importância do teste do pezinho e sobre as eventuais diferenças existentes entre as modalidades oferecidas no Sistema Único de Saúde e na rede privada de saúde"; art. 2º "entra em vigor após decorridos 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de sua publicação oficial" (DOU de 27.5.2021). Do ECA, lidos no mesmo texto consolidado: art. 10, III, "proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais"; e art. 12 (redação da Lei nº 13.257/2016) "os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neonatais, de terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente". ⚠️ Escopo declarado no corpo: o art. 12 vale para internação, não para coleta ambulatorial — não o estendemos. planalto.gov.br · ECA 2 3

  2. Ministério da Saúde — página oficial Triagem Neonatal (Atenção Especializada à Saúde). Verificada em 08/09/2026: HTTP 200 text/html, 141 547 bytes; controle negativo com dois slugs inventados no mesmo caminho → 404 application/json de 26 bytes cada. Trechos citados verbatim: "o Programa Nacional de Triagem Neonatal – PNTN, popularmente conhecido como 'Teste do Pezinho', foi instituído pelo Ministério da Saúde em 6 de junho de 2001"; "a Triagem Neonatal Biológica é realizada através de exames no sangue colhido no papel-filtro (sangue seco), obtido por punção no calcanhar do recém-nascido"; "o Ministério da Saúde recomenda que o período de coleta da primeira amostra esteja compreendido entre 48 horas após o parto até o 5º dia de vida"; e a lista sob o título "Doenças incluídas no Teste do Pezinho do Sistema Único de Saúde (SUS) regulamentado pelo Ministério da Saúde" — seis entradas: Deficiência de Biotinidase, Fenilcetonúria, Hiperplasia Adrenal Congênita, Hipotireoidismo Congênito Primário, Doenças Falciformes, Toxoplasmose. ⚠️ Ausência medida, não suposta: fibrose cística devolve 0 ocorrência no HTML integral servido, e a página não carrega conteúdo por abas AJAX (nenhum atributo data-url). ⚠️ O manual técnico do PNTN que esta página indica redireciona (302) para bvsms.saude.gov.br, inacessível: código 000 em três tentativas por curl e ECONNRESET em WebFetch. Não citamos o que não pudemos ler. gov.br/saude 2 3 4

  3. Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial (SBPC/ML)Recomendações da SBPC/ML para Coleta de Sangue Venoso, 2ª edição (Manole). ⚠️ Coedição declarada: a página de copyright traz os logotipos Becton Dickinson / BD Vacutainer e do LASC; por isso nada é citado aqui sobre escolha comercial de material além dos calibres genéricos de agulha e escalpe. Extração para stdout, hifens condicionais (U+00AD) removidos, 286 579 caracteres. Trechos citados verbatim: § 1.6 Jejum — "na população pediátrica e de idosos, o tempo de jejum deve guardar relação com os intervalos de alimentação. Devem ser evitadas coletas de sangue após períodos muito prolongados de jejum – acima de 16 horas. O período de jejum habitual para a coleta de rotina de sangue é de 8 horas, podendo ser reduzido a 4 horas, para a maioria dos exames e, em situações especiais, tratando-se de crianças de baixa idade, pode ser de 1 ou 2 horas apenas"; § 4.16 Coleta de Sangue em Pediatria e Geriatria — "como o acesso venoso em pacientes pediátricos e geriátricos é difícil, pois estes possuem veias menos calibrosas, o êxito de uma coleta nesses pacientes requer agulhas de menor calibre, escalpes e tubos de menor volume"; § 5.2.3 — escalpe "23G (calibre 6), em geral, azul claro: é o mais utilizado em neonatos, pacientes geriátricos, pediátricos"; § 4.2 — o transiluminador "é particularmente útil em: neonatos, pacientes pediátricos, pacientes idosos, pacientes obesos, pacientes com hipotensão"; § 6.1 Segurança do Paciente — "caso o paciente esteja preocupado com a intensidade da dor decorrente do procedimento, deve-se agir com honestidade, explicando que a sensação dolorosa produzirá um leve desconforto, porém, de curta duração", "nas coletas infantis e em casos de portadores de condições especiais, recomenda-se que a orientação seja transmitida também para os acompanhantes", "não existe um procedimento que facilite, com eficiência, uma coleta infantil, porém, artifícios relativamente simples podem auxiliar […] segurando o algodão, gaze ou o curativo adesivo […] curativos estampados com figuras e temas infantis"; § 6.5 Anemia Iatrogênica — "o volume de sangue normalmente coletado de pacientes hígidos, para a realização das análises laboratoriais, não produz qualquer tipo de prejuízo ao organismo" e "especial atenção deve ser dispensada às coletas pediátricas, recomendando-se a utilização de dispositivos específicos para coletas infantis". ⚠️ Escopo declarado: a regra do 1% e a frase sobre risco de transfusão estão no capítulo de hemocultura (§ 4.14), não em uma regra geral de rotina — "atenção: para crianças pequenas e bebês, o volume de sangue coletado não deve exceder 1% do volume total de sangue do paciente". ⚠️ Ausência medida neste documento, com rebatimento de acentos e por ocorrências: anestésic 0, EMLA 0, lidocaína 0, sacarose 0, amamenta 0, aleitamento 0, chupeta 0, pele a pele 0, canguru 0, distraç 0; controles positivos na mesma extração: dor isolada 9, doloroso/dolorosa 4, criança(s) 10. A única ocorrência de contenção é uma referência bibliográfica sobre biossegurança — nenhuma instrução de contenção física de criança existe no documento. PDF (SBPC/ML) 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

  4. EBSERH / HC-UFTM (Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro) — POP.HC-UFTM-DENF.010 — Coleta de Amostra de Sangue Capilar, versão 5, emissão 27/11/2025, vigência de dois anos. Verificação: HTTP 200 application/pdf, 509 483 bytes; controle negativo com nome de arquivo inventado no mesmo diretório → 404 application/json de 26 bytes (o mesmo host devolve, por intermitência, 503 com 166 568 bytes; a paridade real/inventado foi confirmada em duas medições). Trechos citados verbatim, seção "Particularidades em neonatos/lactentes": "expor e aquecer o local de punção no pé do recém-nascido (RN) para aumentar a circulação capilar e vascularização"; "escolher o local da punção adequado: face lateral ou mediana do calcâneo"; "não utilizar fitas adesivas para a hemostasia em neonatos"; "realizar procedimento de coleta de amostra de sangue capilar em RN, se possível, durante a amamentação e contato pele a pele com a mãe, para favorecer à redução do estresse causado pelo procedimento". E o Quadro 1 (locais de punção por idade): até 6 meses de vida, calcanhar, "nas faces laterais, evitando a parte central, devido à proximidade do osso calcâneo e maior risco de complicações como osteomielite"; acima de 6 meses, "face lateral da falange distal" e "no lóbulo da orelha, puncionar a porção inferior"; "realizar rodízio dos locais de punção". ⚠️ Escopo declarado: o POP trata de coleta capilar para glicemia por glicosímetro, não do teste do pezinho nem de um painel laboratorial; as regras de local, aquecimento e conforto são as que reproduzimos. PDF (gov.br/hubrasil) 2 3 4

  5. EBSERH / HU-UFGD (Hospital Universitário da Grande Dourados) — POP.UTIN.017 — Punção Venosa Periférica em Neonatos, versão 02, emissão 16/10/2025, próxima revisão 16/10/2027, publicado pela Portaria nº 232, de 16 de outubro de 2025 (Boletim de Serviço nº 643, de 21/10/2025). Verificação: HTTP 200 application/pdf, 262 238 bytes. Trechos citados verbatim, seção 3.1 Considerações: "o procedimento deverá obrigatoriamente ser realizado em dupla para conforto do RN e redução do tempo de manipulação do paciente"; "atentar para número máximo de tentativas, sendo 2 por profissionais e limitado a apenas 2 profissionais por um período de 6 horas"; "em pacientes neonatais podem ser utilizados para punção, os vasos dos membros superiores e inferiores, veias da cabeça e pescoço, nessa ordem de avaliação"; "utilizar cateter agulhado apenas para coleta de sangue". ⚠️ Escopo declarado no corpo: é um POP de UTI neonatal para obtenção de acesso venoso periférico, não a norma de um laboratório ambulatorial. PDF (gov.br/hubrasil) 2 3

  6. Ministério da Saúde / DATASUS — SIGTAP, Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS, competência agosto de 2026 (tb_procedimento.txt, 1 697 774 bytes, 5 023 linhas; tb_descricao.txt, 4 324 registros). Leitura em colunas de largura fixa com decodificação latin-1 e newline='', offsets absolutos (VL_SH [282:294], VL_SA [294:306], VL_SP [306:318]), validada antes de qualquer consulta contra dois valores já publicados neste site: hemograma completo 0202020380 = R$ 4,11 e ferritina 0202010384 = R$ 15,59. Busca com rebatimento de acentos, cuja atividade foi medida: 2 483 das 5 023 linhas contêm acentos combinantes. Códigos lidos, valor em VL_SA: 0201020050 COLETA DE SANGUE PARA TRIAGEM NEONATAL — R$ 0,00 nos três campos monetários; 0202110060 fenilalanina + TSH ou T4 + detecção da variante de hemoglobina (componente do teste do pezinho) R$ 20,90; 0202110079 tripsina imunorreativa R$ 5,50; 0202110095 17-hidroxiprogesterona em papel de filtro R$ 8,00; 0202110109 biotinidase em papel de filtro R$ 5,50; 0202110150 IgM anti-Toxoplasma gondii em sangue seco R$ 8,19 — soma R$ 48,09, regra de correspondência declarada: apenas as linhas cujo nome contém "COMPONENTE DO TESTE DO PEZINHO" (5 de 5 023) mais o código de coleta. Descrições lidas em tb_descricao.txt e verificadas como únicas ao seu código: 0201020050 "consiste na coleta de sangue periférico realizada em todo recém-nascido […] para realizar o teste do pezinho"; 0202110079 "é indicado no diagnóstico de triagem neonatal para fibrose cística"; 0202110095 e 0202110109 "preferencialmente entre o 3º e 5º dia de vida"; 0202110150 "máximo de 1 (um) procedimento por recém-nascido". ⚠️ Campo VL_IDADE_MAXIMA [278:282], em meses, do código de coleta: 0011. ⚠️ Uma presença na tabela estabelece cobertura, nunca recomendação clínica — por isso a divergência com a página do Ministério é publicada lado a lado, sem arbitragem. sigtap.datasus.gov.br 2 3

  7. Nani D, Mendonça RH, da Graça FF e cols. Expanding 5q-SMA Newborn Screening in Latin America: A Brazilian Model for National and Regional Implementation. Int J Neonatal Screen, 2026;12(3):50. Piloto estadual em São Paulo (Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Instituto Jô Clemente, USP, UNICAMP, secretarias estadual e municipal de saúde): 194 714 recém-nascidos rastreados em amostras de sangue seco, 14 casos positivos, prevalência 1:13 908, mediana de 10,8 dias para o resultado de primeira linha e 28 dias para o início do tratamento, especificidade de 100%. Os autores registram que, "apesar da expansão global do rastreio de AME 5q e da recente legislação federal brasileira, disparidades regionais e a falta de monitoramento sistemático dificultam o acesso ao diagnóstico oportuno". ⚠️ Usado no corpo apenas para situar o estado de implantação das etapas da Lei nº 14.154/2021 no plano estadual. A constatação de que "o Programa Nacional de Triagem Neonatal testa seis doenças" está no artigo irmão do mesmo grupo (Oliveira Netto AB e cols., Genet Mol Biol 2023;46(3 Supl 1):e20230126, PMID 38091267) — ⚠️ conflito declarado: esse artigo de 2023 tem três coautores com afiliação Novartis Brasil, e por isso o citamos apenas para esse dado factual, corroborado independentemente pela página oficial do Ministério. Sem errata declarada. PubMed · DOI

  8. SBPC/MLRecomendações da SBPC/ML: Boas Práticas em Laboratório Clínico (2020, Manole). PDF oficial de 16 055 655 bytes, extraído para stdout (1 357 819 caracteres, 23 533 linhas; hifens condicionais removidos; contagens por ocorrências, nunca por grep -c). Trechos citados verbatim: "devem ser evitadas coletas de sangue após períodos muito prolongados de jejum, acima de 12 horas. Nas populações pediátrica e geriátrica, sempre que possível, o tempo de jejum deve guardar relação com os intervalos de alimentação, evitando-se a possibilidade de ocorrência de episódios de hipoglicemia"; "em pacientes mais vulneráveis, como pacientes pediátricos e idosos, o tempo de jejum deve ser planejado com familiares ou responsáveis de modo a resguardar os intervalos de alimentação"; e, sobre coleta capilar, "deve-se evitar massagear o local da punção antes da coleta capilar (pode ocasionar diluição da amostra de sangue pelo líquido intersticial) e utilizar lancetas que possibilitem a incisão exata. A primeira gota de sangue deve ser limpa e removida com gaze, pois pode conter líquido adicional de tecidos". ⚠️ Divergência entre duas publicações da mesma sociedade (12 h aqui, 16 h no guia de coleta): publicada lado a lado, não arbitrada. ⚠️ Armadilha medida neste manual: a única ocorrência de lidocaína está dentro de um encarte publicitário de fabricante ("confira o nosso portfólio com + de 900 ensaios!") — foi descartada, e é por isso que a contagem de termos analgésicos é zero de texto assinado. Mesmas ausências medidas aqui que no guia de coleta (anestésic, EMLA, sacarose, amamenta, chupeta, pele a pele, canguru, distraç = 0), com controle positivo dor isolada = 16. PDF (controllab.com) 2

  9. Martins A, Fiander M, Taddio A e cols. Venepuncture versus heel lance for blood sampling in term neonates. Cochrane Database Syst Rev, 2026;7(7):CD001452. Oito estudos, 826 recém-nascidos a termo, conduzidos em seis países de renda alta, média-alta e baixa; risco de viés global julgado alto. Resultados citados: sem solução adocicada, a punção venosa "provavelmente reduz a dor" durante o procedimento (DMP −1,34; IC 95% −1,55 a −1,14; 6 estudos, 488 participantes; certeza moderada) e "provavelmente reduz a necessidade de mais de uma punção da pele" (RR 0,63; IC 95% 0,40 a 0,97; 6 estudos, 397 participantes; certeza moderada); com solução adocicada, a redução de dor é de certeza baixa e o efeito sobre o número de punções, muito incerto. Fonte internacional, usada em recuo explicitamente declarado no corpo, por não termos encontrado posicionamento brasileiro que compare as duas técnicas. Sem errata declarada. PubMed · DOI

  10. EBSERH / HC-UFTMColeta de Material Biológico, versão 5, data de emissão 6/4/2026, vigência de dois anos, 32 páginas. Verificação: HTTP 200 application/pdf, 1 060 840 bytes (89 417 caracteres extraídos). ⚠️ O documento se identifica com dois códigos diferentes, medido por nós: a folha de rosto diz POP.HC-UFTM-UACAP.006 (1 ocorrência) e o rodapé de cada página diz POP.HC-UFTM-UMULTI.006 (31 ocorrências) — citamos os dois em vez de escolher um. Reproduz palavra por palavra o parágrafo de jejum das Recomendações para Coleta de Sangue Venoso da SBPC/ML, incluindo "acima de 16 horas" e "tratando-se de crianças de baixa idade, pode ser de 1 ou 2 horas apenas" — o que documenta que a regra de 2009 segue em uso operacional em 2026. Também citado: § 2.5.11 Coleta de sangue em pediatria e geriatria, e o volume de hemocultura "coletar de 5 a 10 mL de sangue (adultos) ou de 1 a 4 mL de sangue (crianças) para cada frasco". E, sobre identificação: "para pacientes muito jovens, inconscientes ou com algum tipo de dificuldade de comunicação, o flebotomista deve valer-se de informações de algum acompanhante ou da enfermagem". PDF (gov.br/hubrasil) 2

  11. Serviço de Análises Clínicas, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (USP)Manual de Exames, publicado no portal da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. Verificação independente feita para esta página: HTTP 200 application/pdf, 585 538 bytes (121 467 caracteres extraídos); controle negativo com nome de arquivo inventado no mesmo diretório → 404 application/xhtml+xml de 22 340 bytes, discriminante limpo. Trechos citados verbatim: verbete Bilirrubinas — "orientações ao paciente: em lactentes, a coleta deve ser feita antes da próxima mamada"; "jejum: para todas as idades jejum mínimo necessário de 3 horas"; verbete ASO (Antiestreptolisina O) — "jejum: 8 a 10 horas. Em crianças abaixo de 2 anos, recomenda-se a coleta antes da próxima alimentação"; verbete da curva glicêmica — "jejum: para todas as idades jejum mínimo necessário de 8 a 12 horas. Para crianças menores de 9 anos de idade que não consigam ficar esse período sem se alimentar, o tempo de jejum deve ser orientado pelo médico que solicitou o exame". É o manual de um serviço de análises clínicas universitário, e é assim que o apresentamos — não como norma nacional. PDF 2

  12. Shah PS, Torgalkar R, Shah VS. Breastfeeding or breast milk for procedural pain in neonates. Cochrane Database Syst Rev, 2023;8(8):CD004950. 66 estudos incluídos; 39 dos procedimentos avaliados eram punções de calcanhar e 11 punções venosas. Resultado citado: a amamentação "provavelmente reduz a duração do choro" em comparação com nenhuma intervenção, deitar na mesa, embalar, aquecer o calcanhar, ser segurado pela mãe, contato pele a pele, mamadeira com leite materno e glicose em concentração moderada (certeza moderada, 16 estudos, 1 866 participantes), e "provavelmente reduz o escore da escala NIPS" (certeza moderada, 12 estudos, 1 432 participantes). Fonte internacional, usada em recuo explicitamente declarado, em apoio a uma recomendação que já existe em texto normativo brasileiro (o POP do HC-UFTM). Sem errata declarada. PubMed · DOI

  13. Bueno M, Stevens B, de Camargo PP, Toma E, Krebs VLJ, Kimura AF. Breast milk and glucose for pain relief in preterm infants: a noninferiority randomized controlled trial. Pediatrics, 2012;129(4):664-70. Estudo brasileiro (Escola de Enfermagem e Hospital Universitário da Universidade de São Paulo; afiliações verificadas). 113 recém-nascidos pré-termo tardios randomizados para leite materno ordenhado ou glicose a 25% antes da punção de calcanhar. Resultado citado: escores de dor menores no grupo da glicose ao longo de 3 minutos após a punção, com diferença média de 3 pontos na escala PIPP (IC 95% 1,507–4,483) aos 30 segundos, menor incidência e menor duração de choro; eventos adversos "benignos e autolimitados", sem diferença entre os grupos. ⚠️ A distinção importa e está no corpo do texto: o braço comparador é leite ordenhado, não amamentação no peito. Sem errata declarada. PubMed · DOI

  14. Bueno M, Nishi ÉT, Costa T, Freire LM, Harrison D. Blood Sampling in Newborns: A Systematic Review of YouTube Videos. J Perinat Neonatal Nurs, 2017;31(2):160-165. Revisão sistemática de vídeos com títulos em português mostrando coleta de sangue em recém-nascidos: 13 140 vídeos recuperados, 1 354 avaliados, 68 incluídos, 97% produzidos por leigos. Dados citados: punção de calcanhar em 62 (91%); 49 bebês (72%) no colo de um adulto durante o procedimento; escore mediano de dor imediatamente após a punção 4 (IIQ 0–5); duração mediana do choro 61 segundos (IIQ 88); amamentação em 3% e enrolamento em 1,5%. Conclusão dos autores: uso mínimo de tratamento da dor e sofrimento máximo durante os procedimentos. ⚠️ Limite declarado no corpo: os autores são brasileiros (USP e Hospital Infantil Waldemar Monastier, Campo Largo) mas o critério de inclusão foi o idioma do título, não o país de origem do vídeo — não apresentamos o resultado como uma medida do Brasil. Sem errata declarada. PubMed · DOI

  15. da Silva ATVAR, Arcanjo FPN, Justino JS, Teles LA, de Aquino AKM. Effects of hydrotherapy and hammock positioning on pain reduction in preterm neonates. J Pediatr (Rio J), 2026;102(2):101503. Ensaio clínico randomizado brasileiro (Universidade Federal do Ceará, Santa Casa de Sobral; afiliações verificadas), 45 prematuros com menos de 37 semanas e menos de 2 500 g, internados em UTI neonatal ou unidade de cuidados intermediários. As intervenções foram aplicadas durante procedimentos invasivos de rotina, "especificamente punções de calcanhar" e manipulação de sonda orogástrica, uma vez ao dia por 15 dias, com 1 350 avaliações pelo Neonatal Facial Coding System. Hidroterapia e posicionamento em rede, isolados ou combinados, reduziram significativamente os escores e a prevalência de dor; nenhuma diferença significativa entre os três grupos na comparação direta. ⚠️ Escopo declarado no corpo: prematuros internados, não coleta ambulatorial de criança saudável. Sem errata declarada. PubMed · DOI

  16. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial (JBPML), revista da SBPC/ML — Fontes VS, Cavalari E, Vieira Neto L e cols. Fosfatase alcalina: transferência de intervalos de referência do CALIPER para uma população pediátrica brasileira. J Bras Patol Med Lab, 2018;54(4):227-231. Dosagens de 1.690 indivíduos de 1 a 18 anos; intervalo de 149–301 UI/l para ambos os sexos entre 1 e 9 anos; concordância com o CALIPER em 92,4% dos pacientes. ⚠️ Artigo não indexado com PMID; citado pela sua URL SciELO, verificada nesta redação: HTTP 200 text/html, 135 648 bytes, com o termo "fosfatase alcalina" presente no corpo, contra um identificador inventado que devolve 404 de 8 950 bytes — o tamanho exato do controle negativo conhecido deste host. ⚠️ O host jbpml.org.br foi medido não discriminante neste projeto e por isso não é usado como via de verificação. DOI 10.5935/1676-2444.20180039. SciELO

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