Equipe editorial e metodologia
Um conteúdo de saúde só vale o que vale o rigor do seu método. Aqui está quem escreve e quem revisa nossos guias, como buscamos as fontes e onde termina o nosso papel.
Nosso compromisso
O BloodAnalysis ajuda qualquer pessoa a entender os seus exames de sangue, de graça e em linguagem clara. Nossos conteúdos são informativos e educativos: não fazem diagnóstico e não substituem o seu médico. Nosso compromisso é simples: ser exatos, citar as fontes e ser honestos sobre o que somos — uma equipe editorial especializada, não um consultório.
Quem escreve, quem revisa
Nossos guias são escritos pela equipe editorial do Blood Analysis e revisados antes da publicação. Distinguimos com clareza dois níveis de revisão:
- Revisão editorial e científica — feita pelo nosso editor, confere a clareza, a exatidão dos valores de referência, as unidades e a qualidade das fontes.
- Revisão clínica — quando um médico realmente validou um artigo, o nome e os títulos dele aparecem explicitamente na assinatura, sob a menção “Revisado clinicamente por”. Se essa validação não existe, nunca a exibimos.
Temos um rumo claro: envolver progressivamente profissionais de saúde identificados pelo nome na revisão dos nossos guias. Enquanto isso não acontece em um artigo específico, a assinatura continua sendo a do nosso editor — e dizemos isso sem rodeios.
Como fazemos um guia
Cada guia segue o mesmo processo, em cinco tempos:
- Enquadramento pela intenção de busca. Partimos das perguntas reais de quem acabou de receber um laudo (“valor alto”, “precisa de jejum?”, “o que significa…”) para estruturar o conteúdo — e medimos os termos que o leitor brasileiro realmente digita, porque nem sempre são os do livro-texto.
- Escrita com fontes, brasileiras primeiro. Cada dado-chave (limites, valores de referência, recomendações) se apoia antes de tudo em fontes nacionais de autoridade: o Ministério da Saúde e seus Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas; a ANVISA e suas resoluções (é a RDC nº 786/2023 que define o conteúdo obrigatório do laudo); a Conitec, que decide o que o SUS incorpora; a tabela do SIGTAP para o que é de fato oferecido pelo SUS; a SBPC/ML e suas recomendações de boas práticas em laboratório clínico; as sociedades de especialidade (ABHH, SBD, SBN e outras); e a produção científica nacional indexada na SciELO — completadas pela literatura revisada por pares indexada no PubMed. Só recorremos a fontes internacionais quando não existe fonte brasileira sobre uma questão, e nesse caso dizemos.
- Verificação dos dados. Valores, unidades e conversões são reconferidos um a um antes de publicar: é a regra absoluta de um site de saúde. Cada estudo citado é cotejado pelo seu PMID com a base do NCBI — título, revista e ano do número, não o da publicação antecipada on-line; o DOI vem do próprio registro do NCBI, nunca reconstruído à mão. Cada fonte citada foi aberta e lida; nenhuma vem da memória.
- Ligações internas e legibilidade. Ligamos cada marcador ao exame a que ele pertence e aos marcadores vizinhos, e traduzimos o vocabulário médico sem deformá-lo — usando as siglas que o seu laudo imprime (VCM, HCM, CHCM, TGO/TGP, TAP/INR), e não as de outro país.
- Publicação, datação e atualização. Cada guia é datado e revisado quando as fontes ou as recomendações mudam.
Nossas fontes, por ordem de prioridade
- Instituições brasileiras: Ministério da Saúde (PCDT, protocolos e manuais), ANVISA, Conitec e a tabela SIGTAP do SUS — para os temas internacionais, adicionalmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a OPAS.
- Sociedades científicas e programas nacionais: a SBPC/ML para a medicina laboratorial, ao lado da ABHH (hematologia e hemoterapia), da SBD (diabetes) e de outras sociedades de especialidade, além dos dados de referência medidos em brasileiros pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) e dos programas do SUS, como o de triagem neonatal.
- Revisões e metanálises recentes pelo PubMed, a produção nacional indexada na SciELO e os registros de ensaios clínicos (ClinicalTrials.gov, ReBEC).
- Obras médicas de referência consolidadas e manuais de consulta.
Não usamos como referência blogs, páginas geradas sem controle nem sites sem fontes.
Transparência e limites
- Informação, não diagnóstico. O BloodAnalysis não é um dispositivo médico. Nossos conteúdos não substituem uma consulta e não oferecem nenhuma avaliação personalizada.
- Os valores mudam de um laboratório para outro. Vale sempre o intervalo impresso no seu laudo — e isso não é um conselho nosso, é norma: a RDC nº 786/2023 da ANVISA obriga o laboratório a publicar os próprios valores de referência ao lado do resultado.
- Independência editorial. Quando mencionamos uma ferramenta ou um serviço, dizemos com clareza; nossos guias são escritos com plena independência.
- Correção dos erros. Se você encontrar uma imprecisão, aponte para a gente: conferimos e corrigimos rapidamente.
Um erro a apontar?
Escreva pela nossa página de Contato. Para qualquer pergunta sobre os seus resultados, procure o seu médico: é ele quem os interpreta dentro do seu contexto.