Mononucleose: sintomas, exames e sorologia do EBV
Mononucleose e vírus Epstein-Barr: o que o hemograma mostra primeiro, quando o monoteste falha, como ler VCA IgM, IgG e EBNA — e o que o SUS cobre.
A mononucleose infecciosa — a "doença do beijo" — é a forma sintomática da primeira infecção pelo vírus Epstein-Barr (EBV), transmitido pela saliva. Febre, dor de garganta, gânglios no pescoço e um cansaço que não passa: esse é o quadro clássico. Mas muita gente chega a esta página por outro caminho — um hemograma com linfócitos estranhos, ou um hepatograma alterado sem explicação. Esta página faz parte das nossas sorologias infecciosas e explica o que cada exame mede e o que ele não prova.
Em resumo
- O hemograma é a primeira pista, não a sorologia: linfocitose com linfócitos atípicos. O critério mais citado é mais de 40% de linfócitos e mais de 10% de formas atípicas.1
- No Brasil quase todo mundo já encontrou o EBV: em Presidente Figueiredo (AM), 95,9% de 443 pessoas testadas tinham IgG anti-EBV.2
- Há duas famílias de teste. Os anticorpos heterófilos (monoteste, reação de Paul-Bunnell) são rápidos e baratos, com sensibilidade de 87% e especificidade de 91% — e falso-negativo em crianças menores de 5 anos e em adultos na primeira semana.1
- A sorologia específica data a infecção. O anti-EBNA-1 IgG aparece, no mínimo, 4 semanas depois do início: é a sua ausência que aponta infecção recente.3
- O fígado quase sempre entra na história. Numa coorte dinamarquesa, a ALT estava alterada em 77% das crianças de 5 a 15 anos contra 33% das menores de 5.4
- O SUS cobre os três exames: heterófilos R$ 2,83, IgG R$ 17,16 e IgM R$ 17,16 contra o EBV.5
O que é a mononucleose infecciosa
O EBV é um herpesvírus transmitido pela saliva — beijo, mas também copos, talheres e escovas de dente. Depois da primeira infecção ele fica latente para sempre, sem consequência para a imensa maioria das pessoas.
O detalhe brasileiro importa: aqui o encontro com o vírus acontece cedo. No Amazonas, a soroprevalência de IgG anti-EBV foi de 95,9% entre 443 pessoas, e as crianças de 1 a 5 anos que ainda não frequentavam escola eram as menos infectadas — a creche e a escola antecipam o contato.2 Consequência prática: a primo-infecção brasileira costuma passar despercebida na infância, e o quadro barulhento do adolescente é só a ponta visível.
EBV e mononucleose são a mesma coisa? Não. O EBV é o vírus; a mononucleose é a doença que ele provoca quando a primeira infecção é sintomática. Ter IgG anti-EBV é o normal do adulto, não um diagnóstico.
O hemograma é a primeira pista
Antes de qualquer sorologia, é o hemograma completo que levanta a suspeita. E não por acaso: a descrição oficial do procedimento no SUS inclui, além das contagens, a "avaliação de esfregaço sanguíneo" — ou seja, o olho no microscópio faz parte do exame.5 É ali que aparecem os linfócitos atípicos: células maiores, de citoplasma azulado, estimuladas pelo vírus.
O critério mais usado combina mais de 40% de linfócitos com mais de 10% de formas atípicas.1 Nosso guia dos linfócitos detalha essa contagem e por que "atípico" não é sinônimo de doença grave.
Uma observação sobre o nome dessas células. O manual Boas Práticas em Laboratório Clínico, da SBPC/ML, escreve "linfócitos atípicos" — quatro ocorrências — e nunca "linfócitos reativos" (zero). Ele também não menciona mononucleose nem Epstein-Barr uma única vez em 23,5 mil linhas: não é um manual de doenças, e sim de qualidade laboratorial — e onde essas células aparecem é como exemplo de leitura que varia entre microscopistas.6 Traduzindo: se o seu laudo diz "atípicos" e o do seu vizinho diz "reativos", isso descreve a mesma célula e depende do laboratório.
Vale olhar junto os leucócitos, os neutrófilos, os monócitos e as plaquetas: o protocolo de hematologia do TelessaúdeRS-UFRGS lista a mononucleose entre as viroses que causam plaquetopenia transitória, com resolução espontânea depois da recuperação.7
As duas famílias de teste, e a hierarquia entre elas
1) Anticorpos heterófilos — o monoteste
São anticorpos inespecíficos produzidos na mononucleose, e o teste é rápido e barato. A descrição do procedimento no SUS diz para que ele serve: "teste de aglutinação direta para detecção de anticorpos heterófilos no soro. Utilizada como [t]este inicial em pacientes com suspeita de mononucleose infecciosa".5
| Resultado | Leitura habitual |
|---|---|
| Positivo | Favorece mononucleose por EBV em quem tem sintomas |
| Negativo | Não afasta o diagnóstico |
O ponto fraco é medido: sensibilidade de 87% e especificidade de 91%, com falso-negativo em crianças menores de cinco anos e em adultos durante a primeira semana de doença.1 Repare na precisão: não é "na criança" em geral, mas abaixo dos cinco anos — justamente a faixa em que a primo-infecção é mais comum no Brasil.2 Quando o monoteste dá negativo e o quadro continua sugestivo, enzimas hepáticas elevadas reforçam a suspeita e apontam para a sorologia específica.1
2) A sorologia específica do EBV
Aqui se dosam anticorpos contra proteínas definidas do vírus: VCA IgM, VCA IgG e anti-EBNA-1 IgG. O que data a infecção é o EBNA, e por um motivo simples: ele aparece, no mínimo, 4 semanas depois do início da mononucleose.3 Sua ausência, com VCA positivo, é o que caracteriza uma infecção recente.
| Perfil | VCA IgM | VCA IgG | EBNA-1 IgG | Leitura |
|---|---|---|---|---|
| Sem contato | – | – | – | Nunca encontrou o EBV |
| Infecção recente | + | + | – | Mononucleose em curso ou recente |
| Infecção antiga | – | + | + | Contato antigo — o caso da maioria |
São os padrões do próprio texto que os mede: VCA IgM e IgG sem EBNA-1 IgG "sugere fortemente infecção primária atual ou recente"; VCA IgG com EBNA-1 IgG e sem IgM "é compatível com infecção passada"; os três negativos indicam suscetibilidade. Em 162 amostras de adolescentes e adultos jovens, essa leitura teve sensibilidade de 98,3% e especificidade de 94,2%.3
⚠️ No SUS a sorologia não separa os antígenos. A tabela lista apenas "pesquisa de anticorpos IgG contra o vírus Epstein-Barr" e a equivalente IgM. Não existe linha para EBNA, VCA ou capsídeo: zero ocorrência em 5.023 procedimentos — e o vocabulário existe na tabela, já que "pesquisa de anticorpos antinúcleo" está lá, a R$ 17,16.5 Qual antígeno o laboratório usa depende do kit dele.
O fígado quase sempre entra na história
Muita gente descobre a mononucleose de trás para frente: fez um hepatograma por cansaço e voltou com TGO e TGP altas. É esperado — a ponto de a descrição oficial da dosagem de TGO no SUS listar a mononucleose entre as situações em que o exame é útil.5
A magnitude depende da idade. Numa coorte de 95 crianças hospitalizadas com EBV, a ALT estava elevada em 77% das de 5 a 15 anos contra 33% das menores de 5 anos; a linfocitose seguiu o mesmo gradiente (84% contra 62%).4 Ou seja: quanto mais velha a criança, mais "hepático" fica o quadro. A bilirrubina e a gama-GT podem acompanhar. Na quase totalidade dos casos a alteração é transitória e volta sozinha — mas quem decide se e quando repetir é o médico.
A erupção depois da amoxicilina: o que mudou
É o fato clínico mais procurado desta página, e o que mais mudou de leitura. Publicamos as duas versões lado a lado, porque as fontes divergem.
A descrição clássica, ainda repetida em revisões de dermatologia, fala de um exantema maculopapular pruriginoso em quase todos os pacientes que recebem ampicilina ou amoxicilina durante uma mononucleose.8
Um estudo multicêntrico de 2023 com 767 crianças de 14 hospitais contesta a parte central dessa história. A exposição a antibióticos em geral aumentou o risco de exantema (razão de chances ajustada 1,47; IC 95% 1,04–2,08), mas a amoxicilina não se mostrou pior que outras penicilinas, cefalosporinas ou macrolídeos. A conclusão dos autores é explícita: convém vigiar o aparecimento de exantema em qualquer criança com mononucleose que receba antibiótico, em vez de evitar indiscriminadamente prescrever amoxicilina.9
A ideia de que essa erupção "prova alergia" também está sob contestação, e nada disso se resolve em casa: não interrompa nem inicie antibiótico por conta própria — leve a erupção ao seu médico.
O baço: o risco raro que justifica uma conduta
O aumento do baço é comum na mononucleose; a ruptura esplênica é rara — 0,1% a 0,5% dos casos.10 É por causa dela que se restringe esporte de contato.
Quanto tempo? As fontes não são unânimes, e nenhuma delas é brasileira. As diretrizes correntes citadas em 2023 recomendam não participar de atividade esportiva por três semanas desde o início dos sintomas, com decisão compartilhada para o retorno.1 Já uma série de 42 casos mediu o intervalo real: média de 15,4 dias, com apenas 73,8% das lesões dentro de 21 dias e 90,5% dentro de 31 — motivo pelo qual seus autores propõem estender a restrição para 31 dias.10
⚠️ Procuramos e não encontramos prazo brasileiro. O protocolo Hematologia Adulto do TelessaúdeRS-UFRGS cita "esplenomegalia" 21 vezes, mas não traz "ruptura", "baço", "esporte" nem "atividade física" uma única vez; o manual da SBPC/ML não menciona mononucleose; e a notícia do Ministério da Saúde sobre a "doença do beijo" está hoje restrita por autenticação. Os prazos acima são, portanto, internacionais — e a decisão é do seu médico, que examina o seu baço.
Mononucleose ou citomegalovírus?
É o primeiro diagnóstico diferencial, e a própria CID-10 o reconhece: separa B27.0, mononucleose pelo vírus herpes gama (o EBV), de B27.1, mononucleose por citomegalovírus.5 O protocolo do TelessaúdeRS lista os dois lado a lado entre as causas de linfonodomegalia cervical, junto com HIV e toxoplasmose.11
E há uma armadilha medida: 60,7% das amostras de pessoas com infecção primária por CMV reagiram no teste de VCA IgM do EBV. Por isso o mesmo estudo recomenda testar CMV junto para interpretar a sorologia do EBV.3 Nosso guia do citomegalovírus trata desse exame em detalhe.
O que o SUS cobre
Os três exames estão na tabela de procedimentos do SUS (competência 08/2026), sem restrição por CID:5
| Código | Procedimento | Valor |
|---|---|---|
| 0202030733 | Anticorpos heterófilos contra o EBV | R$ 2,83 |
| 0202030830 | Anticorpos IgG contra o EBV | R$ 17,16 |
| 0202030946 | Anticorpos IgM contra o EBV | R$ 17,16 |
Para comparar: o hemograma completo sai por R$ 4,11 e cada transaminase por R$ 2,01.5 Veja também quanto custa um exame de sangue e o glossário de exames. ⚠️ Estar na tabela significa cobertura, não indicação: quem decide o que pedir é o médico.
Avanços recentes
Segundo publicações indexadas no PubMed:
- Começar pelo EBNA sai mais barato. Um algoritmo sequencial que dosa primeiro o EBNA-1 IgG e só depois os demais chegou ao mesmo resultado do painel completo, com 23% de economia.3
- O prazo do baço está sendo revisto. A medição dos intervalos reais até a lesão esplênica é o que sustenta a proposta de estender a restrição de 21 para 31 dias — uma mudança ainda não incorporada às diretrizes.10
- Antibiótico, e não a amoxicilina em particular. A coorte de 767 crianças citada acima é o dado mais robusto até hoje sobre o exantema, e desloca a atenção do fármaco para a classe.9
Esses achados dizem respeito ao diagnóstico e à pesquisa; não autorizam automedicação nem substituem a avaliação médica.
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Uma sorologia de EBV não se lê sozinha: o sentido vem do cruzamento entre VCA IgM, VCA IgG, EBNA, o seu hemograma, o seu hepatograma e os seus sintomas.
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Perguntas frequentes
Quais são os sintomas da mononucleose? Febre, dor de garganta, gânglios no pescoço e cansaço, às vezes prolongado. O aumento do baço é comum e costuma ser silencioso.1
Monoteste negativo afasta mononucleose? Não. A sensibilidade é de 87%, com falso-negativo em crianças menores de cinco anos e em adultos na primeira semana. Quando o quadro continua sugestivo — sobretudo com enzimas hepáticas altas — pede-se a sorologia específica.1
O que significa EBNA positivo? Que a infecção não é recente. O anti-EBNA-1 IgG aparece, no mínimo, 4 semanas depois do início; encontrá-lo com VCA IgM negativo indica contato antigo.3
IgG anti-EBV positivo é grave? Não, é o normal do adulto. No Amazonas, 95,9% das pessoas testadas tinham esse anticorpo.2 Ele marca um contato passado, não uma doença em atividade.
Por que meu TGO e TGP subiram? Porque o fígado participa da mononucleose na maioria dos casos: a ALT esteve alterada em 77% das crianças de 5 a 15 anos numa coorte hospitalar.4 A alteração costuma ser transitória; o acompanhamento é com o seu médico.
Posso tomar amoxicilina com mononucleose? Essa é uma decisão do seu médico, e a literatura mudou: um estudo com 767 crianças não achou risco maior de exantema com amoxicilina do que com outros antibióticos, embora antibiótico em geral aumente esse risco.9 Nunca inicie nem suspenda antibiótico por conta própria.
Quando posso voltar a praticar esporte? Não existe prazo brasileiro publicado. As referências internacionais vão de três semanas a 31 dias desde o início dos sintomas, e a ruptura de baço ocorre em 0,1% a 0,5% dos casos.110 Quem libera é o médico que examina você.
Precisa estar em jejum? Não. Sorologia e hemograma não exigem jejum; ele só entra quando outros exames da mesma coleta pedem.
Para lembrar
A mononucleose é a primo-infecção sintomática pelo EBV, e no Brasil o vírus é quase universal: 95,9% das pessoas testadas no Amazonas. O caminho do diagnóstico começa no hemograma (linfocitose com linfócitos atípicos), passa pelo monoteste (rápido, mas 87% de sensibilidade e falho abaixo dos cinco anos) e se fecha na sorologia específica, em que o EBNA-1 IgG — que só aparece a partir de 4 semanas — separa infecção recente de contato antigo. Espere transaminases altas: é a regra, não a exceção. Sobre a amoxicilina e sobre o tempo de afastamento do esporte, as fontes divergem e nós as mostramos lado a lado, sem arbitrar. Nenhum desses resultados se lê sozinho — o AI DiagMe ajuda você a chegar preparado à consulta.
Fontes
Fontes oficiais brasileiras e publicações científicas (PubMed) utilizadas neste guia:
Footnotes
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Sylvester JE, Buchanan BK, Silva TW. Infectious Mononucleosis: Rapid Evidence Review. Am Fam Physician, 2023;107(1):71-78 (sem DOI registrado no NCBI). PubMed ↩ ↩2 ↩3 ↩4 ↩5 ↩6 ↩7 ↩8 ↩9
-
de Castro Alves CE, Pinheiro-Silva R, Silva MT, Galvão TF, et al. Seroprevalence of Epstein-Barr virus and cytomegalovirus infections in Presidente Figueiredo, Amazonas, Brazil. J Immunoassay Immunochem, 2022;43(1):67-77 (443 participantes). PubMed · DOI ↩ ↩2 ↩3 ↩4
-
Guerrero-Ramos A, Patel M, Kadakia K, Haque T. Performance of the Architect EBV antibody panel for determination of Epstein-Barr virus infection stage in immunocompetent adolescents and young adults with clinical suspicion of infectious mononucleosis. Clin Vaccine Immunol, 2014;21(6):817-23 (162 amostras). PubMed · DOI ↩ ↩2 ↩3 ↩4 ↩5 ↩6
-
Topp SK, Rosenfeldt V, Vestergaard H, Christiansen CB, von Linstow ML. Clinical characteristics and laboratory findings in Danish children hospitalized with primary Epstein-Barr virus infection. Infect Dis (Lond), 2015;47(12):908-14 (95 crianças). PubMed · DOI ↩ ↩2 ↩3
-
Ministério da Saúde / DATASUS — SIGTAP, Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS, competência 202608 (arquivos
tb_procedimento.txt, 5.023 procedimentos;tb_descricao.txt, 4.324 descrições;tb_cid.txt;rl_procedimento_cid.txt). Valores lidos por decodificação de colunas fixas, parser validado contra valores publicados (hemograma 0202020380 = R$ 4,11; ferritina 0202010384 = R$ 15,59). Nenhum dos três códigos de EBV tem vínculo com CID, ao contrário de 2.914 outros procedimentos. Portal SIGTAP ↩ ↩2 ↩3 ↩4 ↩5 ↩6 ↩7 ↩8 -
SBPC/ML — Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial. Recomendações da SBPC/ML: Boas Práticas em Laboratório Clínico (PDF de 16.055.655 bytes; 23.533 linhas de texto extraído). Medição direta: "linfócitos atípicos" 4 ocorrências, "linfócitos reativos" 0, "mononucleose" 0, "Epstein" 0 — controle positivo: "linfócito" 26 ocorrências. As células aparecem no capítulo sobre reprodutibilidade entre microscopistas. sbpc.org.br ↩
-
TelessaúdeRS-UFRGS — Quais as causas de plaquetopenia e qual a investigação inicial? (mononucleose entre as viroses com plaquetopenia transitória de resolução espontânea). ufrgs.br/telessauders ↩
-
Ciccarese G, Trave I, Herzum A, Parodi A, Drago F. Dermatological manifestations of Epstein-Barr virus systemic infection: a case report and literature review. Int J Dermatol, 2020;59(10):1202-1209. PubMed · DOI ↩
-
Zhang R, Mao Z, Xu C, Wang W, et al. Association between Antibiotic Exposure and the Risk of Rash in Children with Infectious Mononucleosis: a Multicenter, Retrospective Cohort Study. Antimicrob Agents Chemother, 2023;67(6):e0024923 (767 crianças, 14 hospitais). PubMed · DOI ↩ ↩2 ↩3
-
Sylvester JE, Buchanan BK, Paradise SL, Yauger JJ, Beutler AI. Association of Splenic Rupture and Infectious Mononucleosis: A Retrospective Analysis and Review of Return-to-Play Recommendations. Sports Health, 2019;11(6):543-549 (42 casos). PubMed · DOI ↩ ↩2 ↩3 ↩4
-
TelessaúdeRS-UFRGS / Secretaria Estadual da Saúde do RS — Protocolos de encaminhamento da Atenção Primária para a Atenção Especializada: Hematologia Adulto, versão digital 2023; Quadro 10, investigação de linfonodomegalia periférica (cadeia cervical). Medição direta no documento: "esplenomegalia" 21 ocorrências, "ruptura" 0, "baço" 0, "esporte" 0, "atividade física" 0. PDF ↩