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Herança do tipo sanguíneo: tabela de pais e filhos

Pais A e B podem ter um filho A, B, AB ou O. A tabela completa, a conta separada do Rh e as exceções descritas no Brasil que quebram a regra.

Publicado em 8 de setembro de 202612 min de leituraEscrito pela Equipe Blood Analysis · Revisado e verificado por Julien Priour

Você provavelmente chegou aqui procurando uma tabela: de que tipo sanguíneo pode ser o filho de um pai A e uma mãe O, e se um resultado que "não bate" com o dos pais significa alguma coisa. A tabela existe, é curta, e está logo abaixo — junto com a parte que quase nenhuma tabela traz: o que ela não consegue dizer. Cada linha dela tem exceções, e várias foram descritas em famílias brasileiras.

Em resumo

  • O tipo sanguíneo vem de um alelo de cada pai, para o ABO e, em conta separada, para o Rh.
  • No ABO há três alelos: A, B e O. A e B se expressam juntos (codominantes); O é recessivo e fica escondido.
  • Por isso um filho pode ter tipo diferente dos dois pais: pais A e B podem ter filho A, B, AB ou O.
  • No Rh, positivo domina negativo: dois pais Rh positivo podem ter um filho Rh negativo.
  • Num estudo com 2.007 doadores brasileiros, 87,3% eram D positivo, 11,9% D negativo e 0,8% D fraco.1
  • O tipo sanguíneo pode, em alguns casos, excluir uma paternidade — nunca provar. E há exceções, descritas no Brasil, em que a exclusão aparente é falsa.23
  • A lei brasileira de investigação de paternidade não cita sangue: ela cita exame de código genético – DNA.4

Como o tipo sanguíneo é herdado

O sistema ABO é comandado por um único gene, que existe em três versões comuns — os alelos A, B e O. Você carrega duas cópias, uma de cada pai. Esse par é o seu genótipo; o que o laboratório imprime no laudo é o fenótipo, o resultado visível dessa dupla.

As regras são poucas: A + A ou A + O dão grupo A; B + B ou B + O dão B; A + BAB, porque os dois se expressam ao mesmo tempo; e só O + O dá grupo O.

Na prática, os alelos fabricam enzimas que grudam um açúcar específico numa estrutura já presente na superfície das hemácias, o antígeno H: um açúcar "A" ou um açúcar "B". O alelo O não produz enzima funcional — a hemácia fica sem A e sem B.

Aqui está o ponto que faz a tabela parecer errada: o O escondido. Uma pessoa de grupo A pode ser geneticamente AA ou AO, e a tipagem comum não separa as duas. Num levantamento de genótipos ABO em pacientes com malária e doadores de quatro bancos de sangue da Amazônia brasileira, o genótipo mais frequente foi O01O01, seguido de AO01 e depois BO01, com frequências baixas de AA, BB e AB.5 Ou seja: no Brasil, boa parte de quem é "A" carrega um O silencioso para passar adiante.

A tabela de tipo sanguíneo: pais e filhos

A ordem dos pais não importa. Esta é a parte ABO:

Pais (ABO)Tipos possíveis do filho
O × OO
O × AO, A
O × BO, B
O × ABA, B
A × AO, A
A × BO, A, B, AB
A × ABA, B, AB
B × BO, B
B × ABA, B, AB
AB × ABA, B, AB

Duas linhas merecem atenção. Dois pais O só têm filhos O — é a regra mais fechada da tabela. E A × B abre para todos os quatro tipos: é a combinação que mais assusta as famílias, e é a mais banal geneticamente.

O fator Rh entra numa conta separada

O fator Rh — mais exatamente o antígeno D — vem de outro gene e segue dominância clássica. Ser Rh positivo é ter pelo menos uma cópia funcional; ser Rh negativo é ter herdado duas cópias não funcionais.

Pais (Rh)Rh possível do filho
Rh− × Rh−Rh−
Rh+ × Rh−Rh+ ou Rh−
Rh+ × Rh+Rh+ ou Rh−

E aqui o Brasil tem uma particularidade medida. Entre 206 brasileiros D negativos, 87% não tinham mesmo o gene RHD, mas 11% carregavam um pseudogene RHDΨ e 2% um gene híbrido — cópias presentes, porém inativas.6 Numa população tão miscigenada, "Rh negativo" no laudo não é uma coisa só.

O próprio Ministério da Saúde reconhece isso na tabela do SUS: o procedimento chama-se "pesquisa de fator Rh (inclui D fraco)", e a descrição oficial diz que ele "contempla a definição da característica D fraco quando o teste inicialmente for encontrado como Rh negativo".7 Traduzindo: um primeiro resultado negativo pede um segundo teste antes de virar verdade.

Três exemplos concretos

Dois pais O. Ambos são OO e só têm O para transmitir: todos os filhos são O. É o cenário em que uma "impossibilidade" chama mais atenção.

Pais A × B. Suponha o pai AO e a mãe BO. Os filhos possíveis são AB, AO (grupo A), BO (grupo B) e OO (grupo O). Um filho O de pais A e B apenas recebeu os dois alelos escondidos.

Pais AB × O. O pai AB passa A ou B; a mãe O passa O. Os filhos serão A ou B. Note o que a tabela diz ser impossível: filho AB ou filho O. É justamente essa linha que a genética brasileira já mostrou falhar.

As exceções descritas no Brasil

A tabela é uma boa aproximação, não uma lei da física. Três situações reais, todas hereditárias e nenhuma delas uma anomalia de filiação:

O fenótipo para-Bombay. Em 2025, um laboratório de referência de São Paulo publicou o caso de uma mãe de 36 anos tipada como O cujo recém-nascido foi tipado como AB, com o pai tipado como A.2 Segundas amostras foram pedidas para excluir troca, erro técnico e erro de transcrição: os dois resultados se confirmaram, inclusive em gel no laboratório de referência.2 A investigação molecular mostrou que a mãe tinha, na verdade, os alelos ABO*A e ABO*B — mas duas cópias de uma variante do gene FUT1, que produz pouquíssimo antígeno H. Sem H, os antígenos A e B não aparecem na hemácia, e a rotina a lê como O.2 Os autores escrevem que o para-Bombay "pode passar despercebido na tipagem sanguínea de rotina e ser rotulado como grupo O".2 Sobre a frequência no Brasil, eles são explícitos: é difícil informá-la, porque há poucos casos relatados; os números que circulam (1 em 10.000 na Índia, 1 em 1.000.000 na Europa) são estrangeiros.2 Mas o fenótipo existe aqui: um levantamento no norte da região Sul identificou pacientes Oh (Bombay) entre outros fenótipos raros.8

O alelo cisAB. Também em 2025, uma família brasileira foi descrita com mãe AB, pai O e dois filhos AB — combinação que a tabela declara impossível.3 O sequenciamento mostrou o pai com genótipo O/O e a mãe e os dois filhos com um alelo cisAB, capaz de fabricar sozinho os antígenos A e B.3 O "AB" viajou num único alelo, como se fosse um só.

O D fraco. Como visto, uma parte das pessoas rotuladas Rh negativo carrega o gene RHD de forma inativa ou fraca — 0,8% dos doadores de um estudo brasileiro foram classificados como D fraco, e 9,2% dos D negativos ainda tinham o gene RHD.1

Tipo sanguíneo e paternidade: o que ele não faz

Esta é a razão pela qual muita gente procura a tabela, e ela merece uma resposta direta.

O tipo sanguíneo pode, em certas combinações, levantar uma incompatibilidade aparente. Ele nunca prova uma paternidade: milhões de pessoas compartilham o mesmo tipo. E, como os casos acima mostram, ele também não exclui com segurança — no caso paulista, mãe "O" e pai "A" tiveram um filho "AB" sem nenhuma anomalia de filiação, porque a mãe simplesmente não era O.2

A lei brasileira já resolveu essa questão, e não foi pelo sangue. A Lei nº 8.560/1992, que regula a investigação de paternidade, ganhou em 2009 o art. 2º-A, cujo § 1º diz que "a recusa do réu em se submeter ao exame de código genético – DNA gerará a presunção da paternidade, a ser apreciada em conjunto com o contexto probatório".49 Lendo o texto integral da lei e contando as ocorrências, "sangue", "tipagem" e "grupo sanguíneo" aparecem zero vezes; "DNA" aparece duas.4 A única palavra com a raiz "sanguín" no texto é "parentes consanguíneos", no parágrafo que trata do exame em familiares quando o suposto pai já morreu.4

Na tabela de procedimentos do SUS a conclusão é a mesma por outro caminho: não há nenhum procedimento de investigação de vínculo genético — sete grafias testadas, todas com zero linhas.7 O exame que responde a essa pergunta é o de DNA, feito fora dessa lista.

Se a tipagem de uma família parecer impossível, o passo seguinte é repetir a coleta e procurar um serviço de hemoterapia, que dispõe dos testes moleculares usados nos casos acima — não uma acusação.

Aviso de uso. Esta página é informativa e não faz diagnóstico. Nenhuma decisão sobre filiação, gravidez ou transfusão deve ser tomada a partir de uma tabela lida na internet.

Onde descobrir o seu tipo sanguíneo

A tipagem não faz parte do hemograma completo: você pode ter dezenas de laudos com hemoglobina e ferritina e nunca ter feito o exame. Se um termo do laudo não estiver claro, o glossário de exames ajuda.

No SUS são dois procedimentos separados, ambos a R$ 1,37: a determinação direta e reversa de grupo ABO (código 0202120023) e a pesquisa de fator Rh, inclui D fraco (0202120082).7 O nome do primeiro entrega o método: a descrição oficial diz que ele determina os antígenos ABO na membrana da hemácia e o anticorpo correspondente no plasma ou soro — duas provas que precisam concordar.7 Quando não concordam, o serviço investiga, como no caso do para-Bombay.

É dessa dupla que saem a compatibilidade sanguínea e a ideia de doador universal. E ABO e Rh são só o começo: a Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto escreve que "existem mais de quarenta sistemas de grupos sanguíneos", e que ampliar a tipagem para os demais — a fenotipagem — importa para quem recebe muitas transfusões.10

Avanços recentes

A tipagem sorológica está sendo complementada pela molecular. Os dois casos brasileiros de 2025 citados aqui só foram resolvidos com sequenciamento dos genes ABO e FUT1.23 A biologia molecular virou a ferramenta que decide discrepâncias de rotina.

As frequências variam dentro do próprio Brasil. Um estudo com 810 doadores do noroeste do Rio Grande do Sul genotipou os sistemas Rh, Kell, Duffy, Kidd, MNS e Diego e encontrou diferenças estatísticas em relação a populações de outros estados, sobretudo Minas Gerais, Bahia e Paraná.11 Os autores concluem pela importância de bancos regionais de doadores raros.11 ⚠️ O estudo não mediu o ABO: sobre a distribuição ABO por região do Brasil não encontramos levantamento populacional publicado.

Outros traços do sangue seguem lógicas próprias. A deficiência de G6PD, por exemplo, tem transmissão ligada ao cromossomo X e nada tem a ver com o ABO.

Estes resultados dizem respeito à pesquisa e à prática de hemoterapia; não substituem a avaliação do seu médico.

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Um tipo sanguíneo só ganha sentido junto do resto: o motivo do exame, o contexto de gravidez se houver, e os demais marcadores do mesmo laudo. Uma tabela de herança não responde a uma pergunta de filiação.

👉 A AI DiagMe interpreta os seus exames — de sangue, urina ou fezes — considerando todo o seu contexto, em linguagem clara. É um serviço informativo, que não faz diagnóstico e complementa, sem substituir, a avaliação do seu médico.

Perguntas frequentes

Meu filho tem tipo diferente do meu. É normal? Sim, e é frequente. Pais A e B podem ter filho A, B, AB ou O; pais AB e O têm filhos A ou B, iguais a nenhum dos dois. O tipo não é uma média dos pais: é uma combinação de alelos.

Dois pais O podem ter um filho A ou B? Pela regra, não. Mas essa é a linha em que o Bombay e o para-Bombay interferem: um pai geneticamente A ou B pode ser lido como O na rotina.2 A conduta é repetir a tipagem e investigar em serviço especializado.

Dois pais Rh positivo podem ter filho Rh negativo? Podem, se cada um carregar uma cópia não funcional escondida. O contrário exige investigação, inclusive porque parte dos "Rh negativos" brasileiros carrega o gene RHD inativo.6

O tipo sanguíneo serve como teste de paternidade? Não. Ele pode sugerir uma incompatibilidade, jamais confirmar uma paternidade, e as exceções acima mostram que a incompatibilidade pode ser falsa. A lei brasileira nomeia o exame de código genético – DNA.4

Dá para saber o tipo do bebê antes do nascimento? Não pela tabela: ela dá o que é possível, não o que é. A tipagem se faz no sangue do próprio bebê. No pré-natal acompanham-se outras coisas — o beta-hCG e as sorologias, incluindo toxoplasmose e rubéola.

O hemograma mostra o meu tipo sanguíneo? Não. Nem ele, nem os marcadores de hemólise que costumam vir junto — bilirrubina, LDH, haptoglobina e reticulócitos. A tipagem é um exame à parte, com pedido próprio.

Para lembrar

O tipo sanguíneo se herda em duas contas separadas: um alelo de cada pai para o ABO (A e B codominantes, O recessivo) e outro par para o Rh (positivo domina negativo). A tabela dá os tipos possíveis da criança, e o resultado pode ser diferente do de ambos os pais sem que nada esteja errado — pais A e B abrem para os quatro tipos. As regras mais fechadas são "dois pais O só têm filhos O" e "dois pais Rh negativo só têm filhos Rh negativo". Mesmo essas têm exceções hereditárias descritas em famílias brasileiras — o para-Bombay e o cisAB —, e é por isso que o tipo sanguíneo nunca responde a uma pergunta de paternidade: quem responde é o DNA. Nenhum resultado se lê sozinho: é o conjunto que o seu médico lê, nunca uma linha isolada.

Fontes

Textos legais e institucionais brasileiros e publicações científicas indexadas no PubMed utilizados neste guia:

Footnotes

  1. Cruz BR, Chiba AK, Moritz E, Bordin JO. RHD alleles in Brazilian blood donors with weak D or D-negative phenotypes. Unifesp, São Paulo; 2.007 doadores fenotipados para D, C, c, E e e. Transfus Med, 2012;22(2):84-89. PubMed · DOI 2

  2. Vendrame TAP, Devides GF, Silva NM, Mendes MC, Sampaio MLM, Nakamura MM, et al. Rare case of discrepant ABO typing between mother and newborn caused by para-Bombay AB phenotype. Hematol Transfus Cell Ther, 2025;47(1):103742. Caso brasileiro (Colsan, São Paulo; Hospital Municipal e Maternidade Prof. Mario Degni; Hemocentro da Unicamp), texto integral lido no PMC. ⚠️ Os autores registram que os genótipos do pai e do recém-nascido foram deduzidos do fenótipo, sem genotipagem. PubMed · DOI 2 3 4 5 6 7 8 9

  3. Miola MP, Muniz JG, Santos FLS, Ricci-Junior O, de Mattos LC. ABO*cisAB allele with unusual phenotype in a Brazilian family. Transfusion, 2025;65(1):240-245. Famerp e Hemocentro de São José do Rio Preto. ⚠️ Publicação eletrônica em dezembro de 2024; o ano citado é o do fascículo. PubMed · DOI 2 3 4

  4. Brasil — Lei nº 8.560, de 29 de dezembro de 1992, que regula a investigação de paternidade dos filhos havidos fora do casamento. Texto integral lido no Planalto em 8 de setembro de 2026 (5.031 caracteres após remoção da marcação). Verificado no texto: art. 2º-A, § 1º, "a recusa do réu em se submeter ao exame de código genético - DNA gerará a presunção da paternidade, a ser apreciada em conjunto com o contexto probatório"; § 2º, exame "em parentes consanguíneos" quando o suposto pai houver falecido. Regra de correspondência da contagem: ocorrências, dobra de acentos ativa, sem distinção de maiúsculas, sobre o texto integral — "sangue" 0 · "tipagem" 0 · "grupo sangu" 0 · "abo" com fronteira de palavra 0 · "dna" 2 · a única ocorrência da raiz "sanguin" é "consanguíneos". planalto.gov.br 2 3 4 5

  5. Carvalho DB, de Mattos LC, Souza-Neiras WC, Bonini-Domingos CR, Cósimo AB, Storti-Melo LM, et al. Frequency of ABO blood group system polymorphisms in Plasmodium falciparum malaria patients and blood donors from the Brazilian Amazon region. Amostras colhidas em quatro áreas endêmicas da Amazônia brasileira, de maio de 2003 a agosto de 2005, com doadores de quatro bancos de sangue das mesmas áreas como grupo controle. Genet Mol Res, 2010;9(3):1443-1449. PubMed · DOI

  6. Rodrigues A, Rios M, Pellegrino J, Costa FF, Castilho L. Presence of the RHD pseudogene and the hybrid RHD-CE-D(s) gene in Brazilians with the D-negative phenotype. Hemocentro da Unicamp; 206 doadores D negativos, dos quais 156 de ascendência africana e 50 de ascendência europeia. Braz J Med Biol Res, 2002;35(7):767-773. PubMed · DOI 2

  7. Ministério da Saúde / DATASUS — SIGTAP, arquivos tb_procedimento.txt e tb_descricao.txt da competência 202608 (1.697.774 bytes, 5.023 linhas). Leitura direta por colunas de largura fixa em latin-1, com o parser validado contra três valores já publicados (hemograma 0202020380 = R$ 4,11; ferritina 0202010384 = R$ 15,59; TSH 0202060250 = R$ 8,96). Códigos lidos: 0202120023 DETERMINACAO DIRETA E REVERSA DE GRUPO ABO R$ 1,37 e 0202120082 PESQUISA DE FATOR RH (INCLUI D FRACO) R$ 1,37; descrições oficiais transcritas no corpo. Regra de correspondência: linhas, campo do nome, dobra de acentos ativa (2.483 das 5.023 linhas com acento combinante). "ABO" com fronteira de palavra → 2 linhas; sem fronteira → 34, todas ruído ("LABORATORIAL", "ELABORAÇÃO"). Ausência de exame de vínculo genético demonstrada por enumeração: "PATERNID", "VINCULO GENETICO", "FILIACAO", "PARENTESCO", "PERICIA", "POLIMORFISM", "MICROSSATELITE" → 0 cada. As descrições dos dois códigos foram verificadas como únicas (63 textos de descrição são partilhados por dois ou mais códigos na tabela). datasus.gov.br 2 3 4

  8. da Silva Rodrigues de Araújo C, Machado BA, Reche CD, Maroni L, Garlet LC, Meinhardt Pinheiro dos Santos M, et al. Identification of rare blood types in southern Brazil: impact on transfusion support. Doadores e pacientes triados de novembro de 2011 a dezembro de 2018 em Passo Fundo (RS), com apoio do Hemocentro da Unicamp; entre os fenótipos raros identificados consta Oh (Bombay). Immunohematology, 2020;36(4):152-156. ⚠️ Sem DOI declarado pelo NCBI. PubMed

  9. Brasil — Lei nº 12.004, de 29 de julho de 2009, que acrescentou o art. 2º-A à Lei nº 8.560. Texto integral lido no Planalto. Verificado no texto: "Art. 1º Esta Lei estabelece a presunção de paternidade no caso de recusa do suposto pai em submeter-se ao exame de código genético - DNA". Controle negativo feito no mesmo host: um slug inventado rende 404 com 392 bytes, contra 200 e 8.619 bytes na lei real — o host discrimina. planalto.gov.br

  10. Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto (FMRP-USP) — páginas Doação de sangue raro e Doador fenotipado, lidas em 8 de setembro de 2026. Verificado no texto: "Você sabia que existem mais de quarenta sistemas de grupos sanguíneos?" e a definição de fenotipagem. ⚠️ Divergência interna declarada: a segunda página escreve "existem outros 42 grupos sanguíneos" além do ABO e do Rh — duas páginas da mesma instituição não dão o mesmo número. Controle negativo no mesmo host: slug inventado → 404 com 205.224 bytes, contra 200 com 282.292 bytes na página real. hemocentro.fmrp.usp.br

  11. Soares SDS, Aquino JR, Petrolli F, de Oliveira TB, Almeida S, Fiegenbaum M. Frequencies of genetic variants of the Rh, Kell, Duffy, Kidd, MNS and Diego systems of northwest Rio Grande do Sul, Brazil. 810 doadores voluntários, genotipagem por PCR em tempo real; publicação eletrônica em junho de 2022, o ano citado é o do fascículo. Hematol Transfus Cell Ther, 2023;45(3):317-323. PubMed · DOI 2

Aviso médico. Este guia tem finalidade informativa e educativa; não constitui aconselhamento médico e não substitui uma consulta. Os valores de referência variam conforme o laboratório e a técnica: só o seu médico pode interpretar os seus resultados no seu contexto.